Os presidentes de extrema direita que flertam com o desejo de se tornarem ditadores fascistas estão em completo desespero desde que os EUA se levantaram contra o racismo e o fascismo. No dia 25, um policial de Minneapolis assassinou o ex-segurança George Floyd, que apesar de não ter reagido a abordagem policial, foi sufocado pelo joelho de um deles por 5 minutos mesmo imobilizado por outro. Isso levou a uma grande revolta nacional nos EUA, que já estão no 8 dia, mesmo com toque de recolher, uso de reservistas para reprimir as manifestações e quase 10 mil pessoas presas só pelo ato de se manifestar no pretenso “país da liberdade”.

Isso está fazendo os fascistas do mundo entrar em modo desespero, Donald Trump é o que está mais em polvorosa, anunciou que iria mobilizar o exército contra os manifestantes e declarou que vai classificar o movimento antifascista como organização terrorista, mostrando o caráter fascista dos Estados Unidos. Bolsonaro, seu fiel cãozinho de guarda deu declarações hoje que vão no sentido de considerar os movimentos antifascistas como organizações terroristas, tudo isso após o gad… seus apoiadores aparecerem nas manifestações do último final de semana com símbolos de grupos neonazistas ucranianos.

O antifascismo global que se levantou após o ato bárbaro da polícia de Minneapolis, encontrou em outros países os fascistas e racistas conterrâneos que tentam implantar uma ditadura fascista em escala global, capitaneados por movimentos neonazistas da Ucrânia, de toda a Europa e dos EUA. No Brasil, Bolsonaro se aproveitou da pandemia global para criar as condições ideais dos ratos fascistas e nazistas que o apoiam nas sombras saírem a luz do dia. 

Mas o povo, que em sua grande maioria é contra o fascismo e o nazismo, começaram a se manifestar, alguns, mesmo no momento de pandemia em que se encontramos, saíram às ruas em defesa dos direitos democráticos, contra o racismo estrutural e contra a ascensão destes ditadores. O movimento ainda está no começo mas estes napoleões de hospício que estão no poder tremeram de medo diante do povo nas ruas, agora falam em “acalmar as tensões”, em colocar o exército nas ruas, em considerar o antifascismo como terrorismo.

Mas o antifascismo não é uma organização, não é um movimento político, nem mesmo um mero slogan. O antifascismo é um sentimento de resistência da vida perante a política da morte, é manifestação da luz da liberdade diante das trevas que teimam em grassar pelo mundo. Os antifascistas são todos que amam a vida, a democracia, a liberdade de expressão, a liberdade de pensamento, a justiça social, e nisso, o antifascismo é uma ideia que paira acima de partidos e ideologias, justamente para que ainda possamos escolher livremente nossos partidos e ideologias. Os antifascistas não são apartidários, mas suprapartidários.

A declaração que o antifascismo é uma organização terrorista, além de mostrar a ignorância daqueles que hoje governam o mundo, mostra de forma claramente quem estes pretensos líderes realmente são, já que os únicos que se opõe ao antifascismo são justamente os fascistas. Por isso, mais do que nunca, mesmo que sim, ainda estamos no meio de uma pandemia, mas que todos aqueles que estão fora do grupo de risco da doença, precisam sair às ruas para rechaçar esses fascistas que estão no poder, estes verdadeiros napoleões de hospício que consideram o bem público uma extensão da casa deles, que não respeitam o direito de manifestação e que deixam grupos supremacistas saírem do esgoto da qual nunca deveriam ter saído. O combate é duro, mas a liberdade é doce, é vida, e deve ser preservada.

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