Actualidad RT, 27 de fevereiro: O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou quinta-feira a criação de um corpo nacional especial contra o terrorismo, “com toda a capacidade operacional de defesa do país”.

Segundo o presidente venezuelano, este órgão ficará encarregado do “desmembramento de todos os grupos terroristas” que, na opinião de Caracas, são “enviados da Colômbia e dos EUA”.

O Chefe de Estado nomeou o Major-General Hernán Gil Barrios como diretor deste órgão “para ser constituído com sua capacidade militar e profissional”.

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Maduro também aprovou o chamado Plano Nacional Antiterrorista 2020-2022. “Parece-me que está muito bem concebido”, disse o presidente venezuelano enquanto pedia para desenvolvê-lo “com toda a capacidade de dar segurança ao país”.

O presidente da Venezuela detalhou que tomou a decisão de formar esse órgão, depois de conhecer informes de que a oposição “está usando dólares para reativar o crime organizado” no país sul-americano.

Nesse sentido, denunciou que durante a viagem do deputado da oposição Juan Guaidó aos EUA. “Um plano foi estabelecido” e os recursos foram alocados para desestabilizar “as principais cidades da Venezuela com ações terroristas”.

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Maduro disse que é por isso que a direita lançou uma campanha de difamação contra as forças de segurança do estado. “É por isso que tantos ataques contra as FAES (Forças de Ação Especiais), a FANB (Força Armada Nacional Bolivariana). Um dia eles os lisonjeiam, outro dia os acusam, não sabem o que fazer, perderam o rumo”, afirmou.

Por fim, o presidente da Venezuela chamou os chefes de todas as forças de segurança do estado a “estarem atentos”.

“Ouvi todos os órgãos de defesa e segurança do país, todo o povo, estou fazendo isso como uma denúncia, porque tenho muita informação desde meados de outubro do ano passado”, disse o presidente, que assegurou que “o aumento de sequestros” também faz parte do plano de desestabilização. 

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